ConhecimentoGeral

// Definição, referências, fotos e vídeos de termos e assuntos de conhecimento geral //


Guerra da Síria


 Irão

Guarda Revolucionária IranianaMilícia Basij Rússia

HezbollahFPLP–CGMilícias xiitas iraquianas[16]Diversos outros grupos/milíciasApoio (armas):

 Bielorrússia[17] Iraque[18] Coreia do Norte[19](Para ler mais detalhes sobre apoio estrangeiro ao regime sírio, ver aqui)

Coalizão Nacional Síria[20][21] Exército Livre da Síria Frente Revolucionária Síria[22][23]Exército Sírio de LibertaçãoVárias brigadas independentes[24](Para ler mais detalhes sobre apoio estrangeiro a oposição, ver aqui)

Mujahedins[25]

Frente Al-Nusra[26]Frente Islâmica[27]Exército dos Mujahideen[28]Diversos outros grupos/milíciasApoio:

 Catar[29] Arábia Saudita[30] Líbia[31] Partido de União Democrática[32]

Unidades de Proteção PopularDiversos outros grupos/milíciasApoio:

Curdistão iraquiano[33](Para ler mais detalhes sobre a frente curda da guerra, ver aqui)

Operação Determinação Inerente:

 Estados Unidos[34] França[35] Reino Unido[36] Turquia[37] Bahrein[38] Jordânia[38] Emirados Árabes Unidos[38] Marrocos[39] Estado Islâmico do Iraque e do Levante (em guerra com todos os lados envolvidos no conflito)Líderes Bashar al-Assad[40] Wael Nader al-Halqi[41] Ali Abdullah Ayyoub[42] Fahd Jassem al-Freij[43] Faruk al Shara[44] Dawoud Rajiha†[45] Maher al-Assad[46] Assef Shawkat†[47] Hisham Ikhtiyar†[48] Qasem Soleimani Hassan Nasrallah Ahmed Jibril Vladimir Putin

Ahmad Tumah Anas al-Abdad Abdullah al-Bashir[49] Riad al-Asaad[50] Salim Idris[51] Jamal Maarouf[22][23] Moaz al-Khatib[52] Mustafa al-Sheikh[53] Ahmed Issa al-Sheikh[27] Abu Abdullah al-Hamawi[54] Abu Mohammad al-Julani[26]

Salih Muslim Muhammad[55] Sipan Hemo

Abu Bakr al-Baghdadi Abu Suleiman al-Naser Abu Ala al-Afri † Abu Omar al-Shishani † Abu Ali al-Anbari Abu Bakr al-Iraqi†Forças Forças Armadas:178 000 militares[56] (2015) Diretório de Segurança Geral:8 000 soldados milicanos de Shabiha:10 000 combatentes Força de Defesa Nacional:60 000 combatentes[57] Brigada al-Abbas:10 000 combatentes[58] Jaysh al-Shabi:50 000 combatentes[59]

Hezbollah:3 000 – 5 000 combatentes[60] 15 000 guerrilheiros xiitas estrangeiros[61]

15 000 militares[62] 4 000 militares[63]

Exército Livre da Síria:40 000 - 50 000 combatentes[64] Brigada Ahfad al-Rasul:10 000 - 15 000 combatentes[24] Frente Revolucionária Síria:10 000 - 15 000 combatentes[22][23]

Frente Al-Nusra:6 000 – 10 000 milicianos[65] Frente Islâmica:40 000 - 70 000 combatentes[66] Exército dos Mujahedins:12 000 combatentes[23]

(Diversos outros combatentes de grupos menores)

40 000 – 45 000 guerrilheiros curdos[67][68]

Estado Islâmico do Iraque e do Levante: 50 000 - 100 000 combatentes[69][70]Baixas Forças do Governo Sírio:~ 93 643 soldados, milicianos ou policiais mortos (segundo o OSDH)[71]~ 7 000 militares capturados[71]~ 3 897 combatentes não sírios mortos (incluindo centenas de iranianos)[71]Hezbollah:+1 041 milicianos mortos[71]

Rebeldes sírios, jihadistas e curdos:~ 91 854 combatentes mortos[71]

+ 115 627 civis mortos[71]

+ 2 700 manifestantes mortos em protestos[72]36 637 guerrilheiros ou manifestantes capturados[73]

Desconhecido (pelo menos + 45 000 mortos, incluindo perdas no Iraque)[74]~ 470 000 sírios mortos no conflito[75][71](segundo o OSDH)+ 250 000 mortos(segundo a ONU)[76]~ 2 996 civis estrangeiros mortos

+7,6 milhões de desalojados (internamente)[77]+ de 4 milhões de refugiados[78]A Guerra Civil Síria[79] (às vezes referida como Revolta Síria ou ainda Revolução Síria;[80] em árabe: الحرب الأهلية السورية) é um conflito interno em andamento na Síria, que começou como uma série de grandes protestos populares em 26 de janeiro de 2011 e progrediu para uma violenta revolta armada em 15 de março de 2011, influenciados por outros protestos simultâneos no mundo árabe.[81] Enquanto a oposição alega estar lutando para destituir o presidente Bashar al-Assad do poder para posteriormente instalar uma nova liderança mais democrática no país, o governo sírio diz estar apenas combatendo "terroristas armados que visam desestabilizar o país".[82] Com o passar do tempo, a guerra deixou de ser uma simples "luta por poder" e passou também a abranger aspectos de natureza sectária e religiosa, com diversas facções que formam a oposição combatendo tanto o governo quanto umas às outras. Assim, o conflito acabou espalhando-se para a região, atingindo também países como Iraque e o Líbano, atiçando, especialmente, a rivalidade entre xiitas e sunitas.[83]

Foi iniciada como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensa, direitos humanos e uma nova legislação.[84] A Síria tem estado em estado de emergência desde 1962, que efetivamente, suspendeu as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos. Hafez al-Assad esteve no poder por trinta anos, e seu filho, Bashar al-Assad, tem mantido o poder com mão firme nos últimos dez anos. As manifestações públicas começaram em frente ao parlamento sírio e a embaixadas estrangeiras em Damasco.[85]

Em resposta aos protestos, o governo sírio enviou suas tropas para as cidades revoltosas com o objetivo de encerrar a rebelião.[86] O resultado da repressão e do confronto com os manifestantes acabou sendo de centenas de mortes, a grande maioria de civis.[87] No fim de 2011, soldados desertores e civis armados da oposição formaram o chamado Exército Livre Sírio para iniciar uma luta convencional contra o Estado. Em 23 de agosto de 2011, a oposição finalmente se uniu em uma única organização representativa formando o chamado Conselho Nacional Sírio.[88] A luta armada então se intensificou, assim como as incursões das tropas do governo em áreas controladas por opositores.[89] Em 15 de julho de 2012, com grandes combates irrompendo por todo o país, a Cruz Vermelha Internacional decidiu classificar o conflito como guerra civil (o termo preciso foi "conflito armado não-internacional") abrindo caminho à aplicação do Direito Humanitário Internacional ao abrigo das convenções de Genebra e à investigação de crimes de guerra.[90]

A partir de 2013, aproveitando-se do caos da guerra civil na Síria e no Iraque, um grupo autoproclamado Estado Islâmico (EI, ou ad-Dawlah al-Islāmīyah) começou a reivindicar territórios na região. Lutando inicialmente ao lado da oposição síria, as forças desta organização passaram a atacar qualquer uma das facções (sejam apoiadoras ou contrárias a Assad) envolvidas no conflito, buscando hegemonia total. Em junho de 2014, militantes deste grupo proclamaram um Califado na região, com seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, como o califa. Eles rapidamente iniciaram uma grande expansão militar, sobrepujando rivais e impondo a sharia (lei islâmica) nos territórios que controlavam. Então, diversas nações ocidentais, como os Estados Unidos, as nações da OTAN na Europa, e países do mundo árabe, temendo que o fortalecimento do EI representasse uma ameaça a sua própria segurança e a estabilidade da região, iniciaram uma intervenção armada contra os extremistas.[91] Outras nações, como Rússia e Irã, também intervém militarmente no conflito, mas ao lado do regime de Assad.[92] Analistas políticos internacionais descrevem a participação das potências estrangeiras na Síria e o apoio dispensado as facções lutando no conflito como uma espécie de "guerra por procuração".[93]

Segundo informações de ativistas de direitos humanos dentro e fora da Síria, o número de mortos no conflito passa das 250 mil pessoas, sendo mais da metade de civis.[76] Outras 130 mil pessoas teriam sido detidas pelas forças de segurança do governo.[94] Mais de quatro milhões de sírios já teriam buscado refúgio no exterior para fugir dos combates, com a maioria destes tomando abrigo no vizinho Líbano.[78] O conflito também gerou uma enorme onda migratória de sírios e árabes em direção a Europa, sem paralelos na história do continente desde a Segunda Guerra Mundial.[95]

Segundo a ONU e outras organizações internacionais, crimes de guerra e contra a humanidade vêm sendo perpetrados pelo país por todos os lados de forma desenfreada.[96] Na fase inicial da guerra, as forças leais ao governo foram as principais alvos das denúncias, sendo condenadas internacionalmente por incontáveis massacres de civis.[97][98] Milícias leais ao presidente Assad e integrantes do exército sírio foram acusadas de perpetrarem vários assassinatos e cometerem inúmeros abusos contra a população.[99] Contudo, durante o decorrer das hostilidades, as forças opositoras também passaram a ser acusadas, por organizações de direitos humanos, de crimes de guerra.[100] O Estado Islâmico, desde 2013, passou então a chamar a atenção pelos requintes de violência e crueldade nas inúmeras atrocidades que cometiam pelo país.[101]

Fonte: Wikipedia (CC-BY)

Galeria de imagens de Guerra da Síria

[ REPORTAR ERRO / CONTRIBUIR ]

Vídeos relacionados

Guerra na Síria - Batalha por Aleppo - 6 de agosto de 2016 - Parte 2


Guerra na Síria - Batalhas por Aleppo - 2.10.2016


UM BRASILEIRO NA GUERRA DA SÍRIA








 

2016 | ConhecimentoGeral
Disponibilizado nos termos da licença Creative Commons: Atribuição - Compartilhada Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0)