ConhecimentoGeral

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EIIL


Guerra Civil Síria

Conflito no LíbanoLíbia/EgitoIêmenTunísiaAfeganistãoNigéria

LogísticaEfetivo80 000 – 100 000 (cerca de 50 000 na Síria e 30 000 no Iraque, segundo o OSDH)20 000 – 31 500(segundo a CIA)InsígniasBandeira de batalha do grupoComandoComandanteAbu Musab al-Zarqawi † (2004–2006)Abu Ayyub al-Masri † (2006–2010)Abu Omar al-Baghdadi † (2006-2010)Abu Bakr al-Baghdadi[16](2010–presente)SedeQuartel-generalRaqqa (de facto)[17]O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS), é uma organização jihadista islamita de orientação Wahhabita que opera majoritariamente no Oriente Médio. Também é conhecido pelos acrônimos na língua inglesa ISIS ou ISIL.[18][19] O nome em árabe, ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām, leva ao acrônimo Daish, ou Daesh, aportuguesado como Daexe.[20][18][21][22] Em 29 de junho de 2014, o grupo passou a se autointitular simplesmente "Estado Islâmico" (EI) (em árabe: الدولة الإسلامية, ad-Dawlat al-Islāmiyah). Um califado foi proclamado, com Abu Bakr al-Baghdadi como seu califa, ainda que sem o reconhecimento pela comunidade internacional.[16] O EIIL afirma autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo[23] e aspira tomar o controle de muitas outras regiões de maioria islâmica,[24] a começar pelo território da região do Levante, que inclui Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e Hatay, uma área no sul da Turquia.[25][19]

O grupo, em seu formato original, era composto e apoiado por várias organizações terroristas sunitas insurgentes, incluindo suas organizações antecessoras, como a Al-Qaeda no Iraque (AQI) (2003-2006), o Conselho Shura Mujahideen (2006-2006) e o Estado Islâmico do Iraque (ISI) (2006-2013), além de outros grupos insurgentes, como Jeish al-Taiifa al-Mansoura, Jaysh al-Fatiheen, Jund al-Sahaba, Katbiyan Ansar al-Tawhid wal Sunnah e vários grupos tribais iraquianos que professam o islamismo sunita. O objetivo original do EIIL era estabelecer um califado nas regiões de maioria sunita do Iraque. Após o seu envolvimento na guerra civil síria, este objetivo se expandiu para incluir o controle de áreas de maioria sunita da Síria.[26] O grupo é oficialmente considerado uma organização terrorista estrangeira por países como Estados Unidos,[27] Brasil,[28] Reino Unido,[29] Austrália,[30] Canadá,[31] Indonésia[32] e Arábia Saudita,[33] além de também ter sido classificado pela Organização das Nações Unidas (ONU),[34] pela União Europeia e pelas mídias do Ocidente e do Oriente Médio como grupo terrorista.[35][36][37][38]

O Estado Islâmico cresceu significativamente devido à sua participação na Guerra Civil Síria e ao seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi. Denúncias de discriminação econômica e política contra árabes sunitas iraquianos desde a queda do regime secular de Saddam Hussein também ajudaram a dar impulso ao grupo. No auge da Guerra do Iraque, seus antecessores tinham uma presença significativa nas províncias iraquianas de Al Anbar, Ninawa, Kirkuk, maior parte de Salah-ad-Din e regiões de Babil, Diyala e Bagdá, além de terem declarado Baquba como sua capital.[39][40][41][42] No decorrer da guerra civil síria, o EIIL teve uma grande presença nas províncias de Ar-Raqqah, Idlib e Aleppo.[43][44]

O Estado Islâmico obriga as pessoas que vivem nas áreas que controla a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob a lei charia (o código de leis islâmico). Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações, ou serem condenados a pena de morte.[45][36] O grupo é particularmente violento contra muçulmanos xiitas, assírios, cristãos armênios[desambiguação necessária], iazidis, drusos, shabaks e mandeanos.[46] Segundo a Agência Central de Inteligência (CIA), em meados de 2014 o EI tinha pelo menos entre 20 000 e 31 500 combatentes na Síria e no Iraque[47] que, além de ataques a alvos militares e do governo, já assumiram a responsabilidade por ataques que mataram milhares de civis.[48] O Estado Islâmico tinha ligações estreitas com a Al-Qaeda até 2014, mas em fevereiro daquele ano, depois de uma luta de poder de oito meses, a Al-Qaeda cortou todos os laços com o grupo, supostamente por sua brutalidade e "notória intratabilidade".[49][50][51]

Fonte: Wikipedia (CC-BY)

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EIIL achicharra a cuatro fuerzas populares en Irak


#EIIL Momentos previos a Masacre -#IRAQ #WAR ISIS


 

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O grupo, em seu formato original, era composto e apoiado por várias organizações terroristas sunitas insurgentes, incluindo suas organizações antecessoras, como a Al-Qaeda no Iraque (AQI) (2003-2006), o Conselho Shura Mujahideen (2006-2006) e o Estado Islâmico do Iraque (ISI) (2006-2013), além de outros grupos insurgentes, como Jeish al-Taiifa al-Mansoura, Jaysh al-Fatiheen, Jund al-Sahaba, Katbiyan Ansar al-Tawhid wal Sunnah e vários grupos tribais iraquianos que professam o islamismo sunita. O objetivo original do EIIL era estabelecer um califado nas regiões de maioria sunita do Iraque. Após o seu envolvimento na guerra civil síria, este objetivo se expandiu para incluir o controle de áreas de maioria sunita da Síria.[26] O grupo é oficialmente considerado uma organização terrorista estrangeira por países como Estados Unidos,[27] Brasil,[28] Reino Unido,[29] Austrália,[30] Canadá,[31] Indonésia[32] e Arábia Saudita,[33] além de também ter sido classificado pela Organização das Nações Unidas (ONU),[34] pela União Europeia e pelas mídias do Ocidente e do Oriente Médio como grupo terrorista.[35][36][37][38]

O Estado Islâmico cresceu significativamente devido à sua participação na Guerra Civil Síria e ao seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi. Denúncias de discriminação econômica e política contra árabes sunitas iraquianos desde a queda do regime secular de Saddam Hussein também ajudaram a dar impulso ao grupo. No auge da Guerra do Iraque, seus antecessores tinham uma presença significativa nas províncias iraquianas de Al Anbar, Ninawa, Kirkuk, maior parte de Salah-ad-Din e regiões de Babil, Diyala e Bagdá, além de terem declarado Baquba como sua capital.[39][40][41][42] No decorrer da guerra civil síria, o EIIL teve uma grande presença nas províncias de Ar-Raqqah, Idlib e Aleppo.[43][44]

O Estado Islâmico obriga as pessoas que vivem nas áreas que controla a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob a lei charia (o código de leis islâmico). Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações, ou serem condenados a pena de morte.[45][36] O grupo é particularmente violento contra muçulmanos xiitas, assírios, cristãos armênios[desambiguação necessária], iazidis, drusos, shabaks e mandeanos.[46] Segundo a Agência Central de Inteligência (CIA), em meados de 2014 o EI tinha pelo menos entre 20 000 e 31 500 combatentes na Síria e no Iraque[47] que, além de ataques a alvos militares e do governo, já assumiram a responsabilidade por ataques que mataram milhares de civis.[48] O Estado Islâmico tinha ligações estreitas com a Al-Qaeda até 2014, mas em fevereiro daquele ano, depois de uma luta de poder de oito meses, a Al-Qaeda cortou todos os laços com o grupo, supostamente por sua brutalidade e "notória intratabilidade".[49][50][51]

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